top of page

QUE NÃO NOS FALTE FÉ

  • Foto do escritor: Maura Palumbo
    Maura Palumbo
  • 23 de mai. de 2025
  • 3 min de leitura



A política é terreno fértil para se plantar corrupção e manipulação. Os frutos são:  ganhos ilícitos e dominação de mentes, respectivamente.


No início do século XX, governos tirânicos causaram prejuízos irreversíveis e heranças malditas.


Hitler exterminava seus desafetos, em nome da pureza do povo alemão. Stálin matava de fome seu próprio povo, em nome da igualdade social. Ambos considerados psicopatas, produziram o aniquilamento sistemático de seres humanos. Não sofriam de qualquer doença mental, muito pelo contrário, eram amorais e agiram apenas, em benefício próprio, de forma fria, calculista e com isenção de sentimentos. Ambos foram assassinos e protagonistas do maior conflito mundial. Mantiveram-se no poder pelo terror .


No século XXI a história de horror se repete e assistimos, em tempo real, a ação grotesca de predadores e, de forma assustadora, a submissão voluntária e infame de suas  presas. Os valores invertidos legitimam a ação criminosa. A justiça se perdeu no discurso patético do “politicamente correto”. Os “amigos do rei” nunca desempenharam um papel tão importante. Condenados assumiram o controle de países e seus comparsas tiveram suas penas anuladas, assumindo cargos estratégicos. O povo é vítima e ré. Sofre punições e paga a conta.


Enquanto as discussões giram em torno das decadentes teorias de esquerda e direita, o povo não tem como sobreviver. O fato é: as nações estão sob o mandato do crime organizado, que atua em todas as esferas políticas e sociais de forma hipnótica.


E assim, bandidos se tornam os mocinhos para a geração alienada que desconhece até sua verdadeira existência. Os manipuladores, comandantes das nações,  vibram com os seus fantoches da cultura woke. O mais irônico é o significado desta palavra: “acordei”. O despertar woke nada mais é do que a imposição de uma ideologia radical que não pode ser contrariada. Ai daquele que pensar diferente. Corre o risco de ser silenciado e boicotado. Conclusão: a comunidade liberal woke é extremista e intolerante!


Quando achamos que nada pode piorar, o ser humano retrocede e se autodenomina: therian. Mas, o que vem a ser therian? É o fundo do abismo, em que seres humanos se identificam como animais. A degradação está na moda. Tanta luta pelos nossos direitos e pela liberdade para sermos reduzidos a criaturas que rastejam com coleira no pescoço. Quanta evolução!


Diante do caos, os líderes estatais se divertem com o apoio das manadas de miseráveis que se contentam com pé de frango, miojo e notícias falsas.


Estamos presos à caverna de Platão e o máximo que enxergamos são sombras. Quem se aventurar a se libertar será amaldiçoado e encarcerado.


E para quem ainda não entendeu, você que estudou, trabalhou e “ralou” a vida inteira, não passa de um “mané útil” que, obrigado a pagar impostos, financia a boa vida da corte.


É... a vida ficou estranha... muito estranha. Uma versão distorcida de nós tomou o controle e, agora, temos que agir e pensar com cautela. Os revolucionários do passado são os tiranos do presente e eles são furiosos e atacam sem piedade, transformando Lúcifer em um mero estagiário.


Acreditem: a negação da verdade é contagiante e seus efeitos poderosos minam a humanidade de forma implacável. Observem como a perda gradual da tão preciosa dignidade é compartilhada incessantemente nas mídias sociais por diversas “tribos”.  Atualmente, o grupo reborn tem se destacado. Especialistas advertem que esse apego excessivo a bonecos de vinil ou silicone demonstra transtornos mentais. Mesmo com todas as evidências de que o reborn não possui características biológicas, com ossos, órgãos ou sistema nervoso,  os delirantes, insistem em adotar uma rotina de cuidados e tarefas destinados a uma criança real.


Tudo indica que a sobrevivência humana dependerá, cada vez mais, dos poucos que conservarem a lucidez. Mas, quem serão esses destemidos seres?  Se não forem políticos ou influencers, já estaremos no lucro.

 

Maura Palumbo

19 de maio de 2025.


 
 
 

Comentários


bottom of page